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quarta-feira, 28 de janeiro de 2026

Arknights: Endfield — Para lá das fronteiras, a nova referência da indústria

Arknights: Endfield — Para lá das fronteiras, a nova referência da indústria

Em 22 de janeiro de 2026, o cosmos de Arknights desfez as amarras do tower defense para, uhm, dar início a uma nova fase nos RPGs de ação. Arknights: Endfield fez sua estreia global, bem grandiosa, entregando uma experiência multiformato (PC, PS5, Android e iOS), que não só expande a franquia mas redefine nossas expectativas em jogos de mundo aberto com pitadas de estratégia.


Do Hype a realidade: O lançamento que fez a galera pirar

Anunciado com muita fanfarra no The Game Awards de 2025, Endfield não era meramente, "mais um jogo". Com mais de 35 milhões de pré-registros, a expectativa era de um baita fenômeno — e a Hypergryph correspondeu.

Ao pisarmos em Talos-II, somos transportados a um ambiente vasto, inóspito e, nossa, visualmente de tirar o fôlego. Assumindo o papel de Endministrator, o chefão das Endfield Industries, a sua tarefa vai além de apenas sobreviver: deve reconstruir a civilização, gerir recursos e explorar áreas remotas, onde o perigo é tão constante quanto as descobertas sobre o passado do planeta.

Jogabilidade: Onde o combate se encontra com a engenharia

A ousadia de Endfield está na mescla de gêneros.

A luta acontece em tempo real, permitindo controlar até quatro Operadores em um esquadrão. A troca rápida entre eles abre caminho pra combos destruidores, pedindo reflexos ligeiros e também visão estratégica.

Entretanto, o verdadeiro "divisor de águas" é o sistema Automated Industry Complex (AIC):

Automação Industrial: Você não só pega itens; você cria fábricas e complexas cadeias produtivas.

Estratégia de Base: A eficiência da sua indústria influencia diretamente o seu poder de fogo e avanço no mapa.

Vibe Única: É uma mistura ambiciosa — pense na exploração visceral de Monster Hunter junto com a gestão logística de Factorio.


Narrativa e Imersão: Um Mundo Vivo

A história de Endfield é demais pra quem ama camadas. O jogo mistura sobrevivência com intrigas políticas e conspirações corporativas, sim. Embora haja ligações simbólicas com Arknights original, o título mostra sua própria personalidade, uma porta de entrada perfeita pra novos jogadores, um presentão cheio de lore para os veteranos, que show.


O "Lado B": Desafios Técnicos e a Polêmica do PayPal

Nem toda colonização espacial acontece sem percalços.

No dia do lançamento, uma falha crítica no sistema de pagamentos via PayPal causô uma dor de cabeça e tanto: usuários reclamaram, sobre cobranças indevidas e valores qie foram duplicados. A resposta da desenvolvedora veio rapidinha, suspendendo o método pra manutenção e começando os reembolsos, mas o episódio virou lenha na fogueira de debates ferverosos em fóruns e redes sociais, mostrando que até os grandes tem seus percalços técnicos.

E a Comunidade, o que diz?

As opiniões dos jogadores variam bastante. Muitos elogiam a estética e o novo foco em ação e exploração, destacando a fluidez do combate e a construção estratégica, enquanto outros dizem que o ritmo da história e o sistema de progressão exigem paciência e aprendizado — algo que difere bastante do ritmo frenético de alguns concorrentes. 


Conclusão: Arknights: Endfield não é apenas mais um título dentro da franquia — é uma reinvenção ousada, que combina exploração, estratégia, ação e construção com uma narrativa rica e um mundo vivo. Seja você um veterano de Arknights ou um novato curioso, este lançamento promete marcar o ano de 2026 com discussões intensas, experiências únicas e — claro — muito gameplay memorável.


domingo, 21 de dezembro de 2025

O Fim da Linha: O Desafio da Preservação na Era Digital

O Fim da Linha: O Desafio da Preservação na Era Digital

Uma análise sobre o encerramento de servidores e suporte em consoles modernos


O artigo anterior aborda de forma correta o impacto emocional e prático do fim do suporte para consoles como PS3, Xbox 360 e Wii. Ele levanta questões fundamentais sobre a fragilidade da mídia digital e a importância da mídia física para a preservação dos jogos. A preocupação do autor ressoa com a comunidade gamer, especialmente quando serviços como a Wii Shop e servidores de clássicos como Burnout Paradise são desativados.


A Transição das Gerações e o "Dead End" Digital

O universo dos videogames vive um ciclo constante de renovação. No entanto, esse ciclo traz consigo o inevitável encerramento de serviços por parte de produtoras e fabricantes. Enquanto nas gerações passadas o fim de um console significava apenas que novos jogos parariam de ser fabricados, hoje o cenário é mais complexo: o desligamento de servidores pode inutilizar grandes partes de um software.

Recentemente, vimos o fechamento definitivo das eShops do Nintendo 3DS e Wii U em março de 2023, seguido pelo encerramento total das funcionalidades online dessas plataformas em abril de 2024. Isso significa que recursos icônicos como o jogo online e classificações globais não existem mais para esses aparelhos.

O Impacto na 8ª Geração: PS4, Xbox One e Além

A oitava geração (PS4 e Xbox One) também começou a sentir o peso do tempo. Embora os consoles ainda recebam lançamentos, muitos títulos "Always Online" ou focados em multiplayer estão sendo desativados para reduzir custos de manutenção.

Principais Encerramentos Recentes e Programados:

  • PlayStation (PS4 / PS Vita):

    • Concord (PS5/PC): Um dos encerramentos mais rápidos da história, desativado semanas após o lançamento em 2024.

    • Killzone: Shadow Fall e Mercenary (PS Vita): Servidores desativados, marcando o fim de uma era para a franquia.

    • Driveclub (PS4): Teve suas funções online e venda digital removidas precocemente.

    • Assetto Corsa (PS4): Servidores desligados recentemente de forma repentina em 2024.

    • LittleBigPlanet 3 (PS4): Teve os servidores desligados permanentemente após problemas técnicos prolongados.


  • Xbox (Xbox One / Series):

    • WWE 2K23: Servidores com desligamento programado para 6 de janeiro de 2025.

    • FIFA 23: Funções online previstas para encerrar em 30 de outubro de 2025.

    • Need for Speed Rivals: Encerramento programado para outubro de 2025.

    • Evolve: Um exemplo clássico de "jogo como serviço" que teve seu suporte totalmente removido.


  • Nintendo (Switch):

    • Embora o Switch esteja em pleno vigor, jogos como Pac-Man 99 e Super Mario Bros. 35 já foram descontinuados, mostrando que mesmo consoles atuais não estão imunes a conteúdos com prazo de validade.

Mídia Física vs. Digital: O Dilema do Colecionador

A indústria caminha para um futuro sem leitores de disco, como visto no novo modelo do Xbox One S All-Digital e nas versões digitais do PS5. Isso levanta os questionamentos propostos pelo autor original:

  1. Vantagem Digital: A facilidade de trocar de jogo sem levantar do sofá é inegável, mas o custo é a falta de posse real sobre o produto.

  2. Ressarcimento: Quando um serviço se encerra, raramente há reembolso. O consumidor perde o acesso ao conteúdo pelo qual pagou.

  3. Preservação: A mídia física, apesar de suscetível a danos físicos, ainda é a forma mais segura de garantir que um jogo possa ser jogado décadas depois, sem depender de uma conexão com a nuvem.

Conclusão:

O "Dead End" não é apenas sobre o fim de um console, mas sobre a perda de parte da história da cultura pop. Projetos de streaming como o Google Stadia (já encerrado) e o foco em serviços da Microsoft mostram que a conveniência tem um preço: a efemeridade. Como comunidade, cabe a nós valorizar a preservação e questionar até que ponto o "progresso" digital nos beneficia. 


Em algumas semanas eu li sobre a Sony PlayStation  encerrar seu suporte de jogos para o PlayStation 4, o que é mais bizarro em tudo isso, foram os vários vídeos com o título "Sony vai Matar o PlayStation 4 em 2026", e o tanto de visualização e comentários que as pessoas deram o ibope para os donos dos vídeos. Em uma pesquisa rápida no google, nenhuma informação sobre isso, mas um comunicado da Sony ao mencionar à partir de 2026, para quem possui a PSN Plus, não será mais disponibilizado os jogos para a plataforma do PlayStation 4.

Isso ocorreu quando o PlayStation 3 deixou de receber esse suporte, e a Plus começou a entregar apenas jogos para o PlayStation 4.
Um outro ponto, sempre busque as informações nos websites oficiais, não caiam nos vídeos Bait que a maioria dos "Influeencers" disponibilizam.

quinta-feira, 18 de dezembro de 2025

Dead End: Suporte dos jogos para PS3, XBox 360 e Wii

Dead End: Suporte dos jogos para PS3, XBox 360 e Wii


Salve galera gamer,

Venho lendo algumas notícias sobre tudo no universo dos videogames e jogos que hoje

temos, durante essas leituras acabo me deparando com algumas notícias que não gostaria

de ler, mas isso irá ocorrer em todo videogame: O Fim do Suporte das produtoras e o

fabricante.

Recentemente acabei lendo sobre o “Encerramento dos Servidores de Burnout Paradise”

que a EA Games informou, o jogo está há 11 anos e meio no mercado e seus servidores

ativos para o online, onde isso afetará, para quem adquiriu recentemente o Burnout

Paradise Remastered podem ficar tranquilos que ele estará ativo, somente as plataformas

PlayStation 3, PC e XBox 360 terão o encerramento dos servidores para jogatina online.

A algum tempo atrás, a Sony divulgou uma lista de servidores de jogos que foram

encerrados o serviço online, a EA Games e Konami a cada novo jogo de futebol lançado,

uma versão antiga é encerrado seus serviços online, sendo que aproveitam para

manutenção e aproveitar e ter mais suporte nos novos games que lançam.

A Nintendo encerrou no final de Janeiro deste ano, o fim do serviço Nintendo Wii Shop,

serviço dedicado a compra dos jogos para sua plataforma.


As desenvolvedoras que disponibilizam os jogos para cada plataforma verificam o tráfego

de dados dos servidores que cada jogo online possui, com o decorrer do tempo esse

número começa a diminuir, seja ele por conta de novas versões do jogo, outros

lançamentos e até mesmo a perda do interesse de jogar.

O custo destes servidores é enorme com devidas manutenções do serviço com troca de

peças e atualizações que o jogo recebe, manter durante anos esse número só aumenta.

Algumas empresas possuem as famosas Lootbox, no qual é a nova laranja que ao

espremer, dará suco a vontade para vender para seus clientes, ou seja, nós gamers.

A minha preocupação como ocorre com cada console, quando vem uma nova geração, com

o avanço da tecnologia, um novo console videogame é construído pelas fabricantes como

Sony, Microsoft e Nintendo, procurando novas tendências de recursos que o seu novo

produto virá a adquirir com novos projetos, é claro, as desenvolvedoras seja first party ou

third party, utilizaram esses novos recursos disponibilizados pelos fabricantes, podendo

expandir ainda mais seus jogos e capacidades de exploração.

Estamos já com as notícias referentes que a Sony logo mais anunciará o PlayStation 5,

Microsoft com o projecto XBox Scorpio (ou devo estar enganado com o nome) e Nintendo

arquitetando um novo design de seu Switch que já está no mercado, quanto tempo mais de

vida os consoles PlayStation 3 e XBox 360 terão de vida?, sabemos que a Nintendo

encerrou seu suporte com o Nintendo Wii e Wii U, quanto a alguns modelos de Nintendo

3DS também (ou posso estar enganado escrevendo isso, me perdoem).

A Sony encerrou o suporte para o PlayStation Vita, também nos planos da empresa o

serviço PSN Plus nos consoles PS Vita e PlayStation 3 não disponibilizando jogos para

ambas plataformas à partir de março deste ano (2019).

Conforme cada ano vai passando, alguns serviços de jogos online também estão sendo

encerrados, como mencionei no início deste artigo, a EA Games encerrará os servidores de

Burnout Paradise com data de 1º de agosto para o fim do online, vou poder jogar offline

com tudo que possuo no game, sim é claro, mas se você procurar nas lojas online da

Steam, PSN e XBox Live não encontrará o game mais disponível para compra, apenas itens

de DLC  de complemento do jogo.


Ano passado ocorreu o mesmo fim do suporte do jogo Demon’s Souls (Fevereiro/2018),

muitos fizeram campanhas para jogar online, já que seu servidor ficou ativo por 9 anos, hoje

ao iniciar o game no PlayStation 3, apresenta uma mensagem de erro ao conectar online.

Atualmente um grupo ou um fã do jogo, acabou disponibilizando um DNS que é necessário

para jogar online Demon’s Souls novamente, ao inserir nas configurações do console, ele

automaticamente encontra o servidor e mostra a quantidade de pessoas online no jogo e a

área em que se encontram.


Confesso que é uma pena que o suporte de jogos online que muitos gostam e consideram

que poderiam ficar por um longo e vasto tempo, mas não depende de nós gamers para que

isso ocorra, mas sim um incentivo das desenvolvedoras de jogos.

Eu possuo um PlayStation 3 (que é o meu segundo), e tenho uma boa variedade de jogos,

e com o fim do suporte online de modo cooperativo, acaba apresentando aquele

sentimento, até quando a Sony vai manter seu suporte a loja e conteúdo online, e quando

acabar esse suporte, o que irá acontecer com o conteúdo de jogos que acabei comprando

ao longo dos anos.


Pensamentos assim, que voltam a pirataria no próprio console da Sony, sendo que há

ativos desbloqueios para efetuar o download e instalar no seu console conteúdos no qual

você nem comprou quando ativo o suporte online. Sabemos que o Nintendo Wii e XBox 360

por optarem a mídia DVD, foram lançados mod-chips para desbloqueio dos consoles e

muitos acabavam comprando os jogos por 10 reais.

A Google está querendo entrar no mercado de games com seu Stadia e um serviço de

streaming para jogos junto com o Youtube, onde tudo será totalmente online e seus

servidores estarão aptos para garantir uma jogatina sem problemas com sua conexão, só o

fato que pedem o mínimo de 25 Megabytes de conexão para que possa utilizar uma

excelente qualidade de resolução.

A Microsoft também está com um mesmo projeto e recentemente lançou um novo modelo

do console XBox One S sem o leitor de Blu-Ray Disc, somente o HDD interno com a

capacidade de compra de jogos digitais.

Agora vem alguns questionamentos que fiz para alguns amigos meus:

É vantagem ter um suporte totalmente digital dos jogos?

Caso o serviço se encerre, e quanto o que você pagou, como você poderá ter este

conteúdo novamente?

Mídia Física dos jogos um dia irão desaparecer do mercado? Isso é bom ou ruim?

Em minha resposta a essas perguntas, eu não acho uma vantagem ter somente jogos

digitais, podem ter a facilidade de troca no momento sem ter a necessidade de retirar do

console e colocar um novo, se o serviço se encerrar, eu nem tenho ideia como a empresa

que disponibilizou o conteúdo irá me dispor aquele conteúdo novamente ou se irá ressarcir

o valor pago do jogo, e eu amo a mídia física, pois sei que é um conteúdo seu e tem ele ali

a sua disposição, a única coisa ruim é caso arranhar, pois isso destrói a trilha e as

informações que contém na mídia.

É isso, comentem, me xinguem, divulguem...quero ler a opinião de vocês galera.

Até a próxima!!!

@armkng

sábado, 16 de agosto de 2025

Jogos Buraco Negro: Quando um Game Rouba Seu Tempo e Você Ama Cada Minuto Disso

Jogos Buraco Negro: Quando um Game Rouba Seu Tempo e Você Ama Cada Minuto Disso

Você já sentou para jogar “só 30 minutinhos” e, quando olhou no relógio, já era madrugada? Bem-vindo ao universo dos Jogos Buraco Negro — aqueles que sugam horas e horas da sua vida sem você nem perceber. São games que exigem uma dedicação colossal e tempo, o que consome horas e horas, para que o jogador sinta o verdadeiro progresso, alcance a vitória ou, simplesmente, obtenha um item raro.

Eles não são simplesmente "passatempo": para quem joga, são quase um segundo trabalho, mas um que você faz com gosto, porque a recompensa não é só no jogo — é também na sensação de progresso e nas histórias vividas com outros jogadores. O termo "Buraco Negro" aqui é uma metáfora perfeita: esses jogos possuem sistemas de progressão tão extensos, eventos recorrentes e recompensas limitadas que te atraem e te mantêm preso no loop de "só mais uma partida".

A Anatomia de um Jogo Buraco Negro

O que exatamente faz de um jogo um "buraco negro"? A resposta está na sua estrutura e nos mecanismos de progressão. Eles são construídos em torno de ciclos de gameplay que incentivam a repetição e a dedicação de longo prazo.

  • Sistemas de Loot e Itens Raros: Em jogos como Destiny 2, a busca por "loot" é a espinha dorsal da experiência. A cada atividade completada – seja uma raid, uma missão ou um evento público – a chance de obter uma arma ou uma peça de armadura lendária mantém o jogador engajado. A repetição exaustiva de atividades para conseguir aquele item com a combinação de atributos perfeita é o que consome horas a fio.

  • Progressão Baseada em Níveis e Habilidades: Em League of Legends e outros MOBAs (Multiplayer Online Battle Arena), a maestria não é conquistada em uma partida, mas sim em centenas, ou até milhares, de partidas. Entender cada campeão, suas habilidades, seus pontos fortes e fracos, e como eles interagem com outros, exige um investimento de tempo gigantesco. A busca por um ranking mais alto na escada competitiva é uma jornada sem fim que exige prática constante.

  • Economia e Criação (Crafting): Títulos como Crossout e muitos MMORPGs (Massively Multiplayer Online Role-Playing Games) operam com economias complexas. Para construir o veículo de batalha ideal, o jogador precisa coletar recursos, negociar no mercado, e gastar horas e horas de jogo para acumular materiais.

  • Eventos Sazonais e Conteúdo em Constante Evolução: Jogos de serviço ao vivo, como Call of Duty: Warzone 3 e Rainbow Six Siege, mantêm os jogadores presos com a introdução regular de novos mapas, armas, operadores e eventos sazonais. Para desbloquear todo o conteúdo do "Passe de Batalha" de uma temporada, por exemplo, o jogador precisa jogar regularmente, completando desafios diários e semanais, o que naturalmente se traduz em um grande número de horas.

Exemplos Notórios de Jogos Buraco Negro

A lista de jogos que se encaixam nesta categoria é extensa e abrange diversos gêneros.

  • Destiny 2: Um dos maiores exemplos do gênero, Destiny 2 é praticamente um segundo emprego para muitos jogadores. Entre campanhas, assaltos, raids e eventos sazonais, há sempre um objetivo a perseguir. Armas exóticas, armaduras lendárias e mods exclusivos são o combustível perfeito para manter qualquer guardião conectado por horas.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 89/100

  • League of Legends (LoL): O MOBA da Riot Games é sinônimo de comprometimento. As partidas, que podem durar de 20 a 50 minutos, já são intensas por si só — mas o verdadeiro buraco negro é a curva de aprendizado. Dominar todos os campeões, estratégias, metas e builds exige centenas (ou milhares) de horas. E quando você acha que está craque, a Riot lança um patch que muda tudo.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 78/100

  • The First Descendant: Este looter shooter da Nexon mistura combates explosivos com grind pesado. Para desbloquear personagens, equipamentos e versões Ultimate, é preciso farmar recursos raros, derrotar chefes colossais e refazer missões inúmeras vezes. Para quem ama otimizar builds e caçar loot, é um buraco negro irresistível.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 57/100




  • GTA V (GTA Online): Mais de uma década após o lançamento, GTA Online continua sendo um dos maiores ladrões de tempo do mundo gamer. Corridas, assaltos, eventos e um universo cheio de possibilidades fazem você entrar para "só comprar um carro novo" e sair, horas depois, tendo feito um assalto milionário com amigos.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 97/100

  • Rainbow Six Siege: O FPS tático da Ubisoft é para quem gosta de precisão e estratégia. Com atualizações constantes, novos operadores e mapas, sempre há uma habilidade para aprender e um mapa para dominar. Cada partida exige atenção total e comunicação com o time, e o desejo de melhorar mantém você voltando.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 79/100

  • Call of Duty: Warzone 3: O battle royale da franquia CoD exige tempo para se adaptar às armas, aos mapas e aos modos. A busca pela vitória e pelos melhores loadouts mantém o jogador preso por horas, especialmente quando há temporadas com conteúdos exclusivos.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 56/100 (para Modern Warfare III, jogo base de Warzone 3)

  • Crossout: Um jogo de combate veicular que mistura construção criativa e batalhas intensas. Criar o carro perfeito, otimizar cada peça e testá-lo contra outros jogadores pode consumir mais tempo do que se imagina.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 68/100

  • Dead or Alive Xtreme Venus Vacation: Apesar de não ser um jogo de combate intenso, esse título é um buraco negro para colecionadores. Eventos limitados, roupas raras e personagens com níveis de afinidade para aumentar fazem o jogador logar diariamente.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 71/100




  • Elden Ring (e toda a série Souls): Exploração, farm de runas e chefes desafiadores.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 96/100

  • World of Warcraft: O MMO mais icônico, com raids, dungeons e eventos infinitos.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 83/100 (para a expansão Shadowlands)

  • Final Fantasy XIV: Outra lenda dos MMOs, com histórias e conteúdos que consomem meses.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 90/100 (para a expansão Endwalker)

  • Monster Hunter: World / Rise: Caçar monstros e farmar sets perfeitos é viciante.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 90/100 (para Monster Hunter: World) e 88/100 (para Monster Hunter: Rise)

  • ARK: Survival Evolved: Construir bases, domesticar dinossauros e sobreviver.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 69/100

  • Warframe: Um dos looter shooters mais extensos e com mais grind da história.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 69/100

  • Diablo IV: Loot, temporadas e desafios intermináveis.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 86/100

  • Path of Exile: Builds complexas e temporadas com mecânicas únicas.

    • Nota da Crítica (Metacritic): 86/100


Tabela de Horas Dedicadas para a Progressão em Jogos

A tabela a seguir oferece uma estimativa de tempo baseada em diferentes tipos de jogadores para cada jogo:

Jogo

Progressão Inicial

Progressão Intermediária

Progressão Total/Completionist

Destiny 2

30-50 horas (campanhas)

100-300 horas (raid, grind de itens)

Milhares de horas (itens perfeitos, todos os selos)

League of Legends

50-100 horas (aprender o básico)

300+ horas (alcançar elos mais altos)

Praticamente infinito (dominar todos os campeões e metas)

The First Descendant

20-40 horas (campanha)

100-200 horas (farm para builds)

Centenas de horas (obter todas as armas e personagens)

GTA V (GTA Online)

100+ horas (missões de negócios e heists)

500+ horas (ter propriedades e veículos caros)

Mais de 1000 horas (desbloquear tudo)

Rainbow Six Siege

20 horas (para desbloquear o competitivo)

100-300 horas (aprender operadores e mapas)

Milhares de horas (alcançar níveis de pro-player)

Call of Duty: Warzone 3

20-50 horas (aprender mapas e armas)

100-300 horas (masterizar loadouts e táticas)

Centenas de horas por temporada (Passe de Batalha completo)

Crossout

20-50 horas (primeiro veículo decente)

200+ horas (montagens competitivas)

Milhares de horas (construir veículos épicos com peças raras)

Dead or Alive Xtreme Venus Vacation

5-10 horas (para um bom início)

100+ horas (coletar trajes específicos)

Centenas de horas (todos os trajes e eventos)

Elden Ring

60 horas (campanha principal)

100+ horas (com missões extras e exploração)

135+ horas (para 100% de conclusão)

World of Warcraft

50-100 horas (chegar ao nível máximo)

200-500 horas (concluir raids e masmorras)

Milhares de horas (personagens em nível máximo, transmogs, etc.)

Final Fantasy XIV

70 horas (somente a história base)

300+ horas (expansões e conteúdo endgame)

Mais de 500 horas (tudo que o jogo oferece)

Monster Hunter: World/Rise

50-70 horas (história principal)

150-300 horas (farmar armaduras e armas)

Centenas de horas (todas as armaduras e armas perfeitas)

ARK: Survival Evolved

50 horas (aprender a sobreviver)

200-500 horas (construir base e domar dinos)

Milhares de horas (concluir todos os mapas e bosses)

Warframe

20 horas (completar o mapa estelar)

100-300 horas (masterizar as warframes)

Mais de 1000 horas (todo o conteúdo e itens)

Diablo IV

30-50 horas (campanha)

100-200 horas (endgame, masmorras)

Centenas de horas por temporada (loot perfeito)

Path of Exile

6-8 horas (campanha)

100+ horas (construir o "Atlas")

Milhares de horas (builds perfeitas e conteúdo endgame)

É importante ressaltar que esses valores são apenas estimativas. A experiência de cada jogador pode variar bastante dependendo do estilo de jogo, da sorte com os drops e do foco em objetivos específicos.

O Apelo e o Perigo

O apelo desses jogos é inegável. Eles oferecem uma sensação profunda de progresso e conquista. Cada nível ganho, cada item raro obtido, cada vitória difícil é uma validação do tempo e do esforço investidos. A comunidade de jogadores também desempenha um papel crucial, com o sentimento de pertencimento e a busca por objetivos em comum reforçando o laço com o jogo.

No entanto, é fundamental estar ciente do perigo. A linha entre dedicação saudável e uma rotina de jogo excessiva pode ser tênue. Quando a diversão se transforma em uma obrigação diária, quando o jogo consome tanto tempo que compromete outras áreas da vida – como estudos, trabalho, relações sociais e até a saúde –, o buraco negro deixa de ser um hobby e se torna um problema.

No fim, eles não roubam nosso tempo: eles transformam nosso tempo em memórias, desafios superados e histórias para contar.